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sábado, 30 de dezembro de 2017

Quer saber que alimentos serão tendência em 2018? Veja esta lista


Pelos vistos não é só na moda que existem tendência. Até na comida se aplicam as mesma regras. Prova disso é a previsão feita pela Whole Foods, que listou aquelas que serão as tendências alimentares do próximo ano.

Passada a emancipação, as alternativas vegetais irão assumir-se como uma presença ainda mais frequente na dieta diária, com especial destaque para os leites vegetais, que são cada vez mais variados. Amêndoa, aveia, arroz, avelã, coco, quinoa e cânhamo são alguns dos ingredientes que prometem fazer as vezes do leite de vaca, contudo, há que prestar atenção ao rótulo e procurar as versões mais puras e isentas de açúcares adicionados.

Ainda na onda de vegetarianismo – que ganha cada vez mais adeptos, seja pelos benefícios cientificamente provados deste regime alimentar ou até mesmo por questões éticas e ambientais -, também os cogumelos serão um dos alimentos mais ‘in’ do próximo ano, devendo-se variar na tipologia e procurar cozinhá-los da forma mais saudável possível.

As flores serão também uma tendência já em 2018, podendo completar ou ser protagonistas de cocktails, sopas ou pratos mais ou menos requintados. Entre as flores comestíveis estão a lavanda e a rosa.

Tal como já veio a ser frequente ao longo deste ano, os snacks saudáveis vão ganhar cada vez mais espaço, mas há um tipo de snack que promete fazer as delícias de miúdos e graúdos sem pesar na balança e na consciência. Falamos dos ‘snacks de ar‘, isto é, de snacks leves e crocantes ao estilo das pipocas, das frutas desidratadas ou das chips de batata-doce.

Reduzir o desperdício será também uma tendência, mas no próximo ano o segredo passará por usar as cascas dos alimentos para confecionar pratos mais nutritivos e aconchegantes, diz o site Eat This, Not That.

Mas se pensa que 2018 irá virar as costas aos superalimentos, engana-se. O matcha e o açafrão-das-Índias continuarão a ser dois protagonistas, estando previsto um aumento do seu uso em leites vegetais, algo que é já frequente.

As bebidas espumantes, como se consegue com o café e o leite, serão também uma tendência, assim como a leitura atenta dos rótulos, algo que interessa cada vez mais pessoas e que promete melhorar a escolha dos alimentos ingeridos diariamente.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Amantes de matcha, este é o guia para fazer a bebida perfeita


Olhar para as propriedades do matcha é quase como ter uma aula de nutrição, tal são os componentes benéficos que este 'pó' verde milenar tem. Das vitaminas A, B, C, E e K, aos elevados níveis de antioxidantes, o matcha destaca-se ainda pelos aminoácidos que possui, pelos minerais e por um poder anti-inflamatório de excelência.

Não faltam motivos para se render ao matcha, nem tão pouco 'mil e uma' razões para o incluir na rotina diária de beleza, mas quando em causa está o consumo caseiro deste chá de cor vibrante, o melhor é mesmo aprender a fazê-lo da melhor forma para, assim, obter o máximo de propriedades e benefícios.

Olhando para quem sabe o que faz, neste caso, os japoneses, a revista Prevention criou um guia para a criação do chá de matcha perfeito, isto, claro, seguindo as duas formas mais tradicionais de o fazer: koicha (bebida mais espessa) e usucha (bebida mais líquida).

No que diz respeito aos utensílios necessários, a revista recomenda um chawan (as tigelas usadas pelos japoneses para beber o chá), um coador e uma escova para matcha, um objeto também feito em bambo.

Para o matcha mais líquido (usucha), deve-se começar por colocar 1,75 gramas de matcha no chawan (pó devidamente peneirado), depois, adiciona-se 75 ml de água quente, mas não a ferver. Com a escova, mexe-se até não haver mais vestígios do pó de matcha.

Já para o chá de matcha ao estilo koicha - que é usado exclusivamente em cerimónias no Japão - deve-se juntar 40 ml de água quente a 3,75 gramas de matcha (pó devidamente peneirado) e mexer com a escova.


E para que não restem dúvidas quanto ao tipo de matcha a comprar, quanto mais escuro for o verde do pó de matcha, maior é qualidade do produto, diz a Prevention.

Informação retirada daqui

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Receita de Creme de Tomate

Ingredientes
1 (150g)  cebola
1 (300g)  bolbo de funcho
1 (150g) cenoura
2 colheres de sopa de azeite
1 kg tomate de rama
1 (8g) colher de sopa de sal
1 ovo S
1 L água
1 colher de chá de açúcar
1  colher de sopa de cebolinho picado

Procedimento
Descasque a cebola e pique-a finamente, elimine os talos rijos do bolbo de funcho, reserve as folhinhas verdes e pique a parte restante. Pele a cenoura e corte-a em cubinhos pequenos.

Deite o azeite e os legumes numa panela, tape e leve a cozinhar sobre lume muito brando.

Entretanto, pele o tomate, corte-o ao meio e limpe-o de sementes. Pique o tomate em pedaços e junte-o aos restantes legumes. Salpique com cerca de 1 colher de sobremesa de sal, volte a tapar e deixe cozinhar durante cerca de 10 minutos, mexendo de vez em quando.

Ao mesmo tempo coza o ovo em água temperada com sal durante 10 minutos.

Adicione o açúcar e a água a ferver. Quando os legumes estiverem macios triture-os com a varinha mágica e retifique os temperos se necessário.
Descasque o ovo e pique-o finamente.

Deite a sopa nos pratos de serviço, salpique com o ovo picado e as folhinhas de funcho e o cebolinho.

Dica: Para ser mais fácil pelar o tomate, faça um corte em forma de cruz na ponta e escalde em água a ferver 1 a 2 minutos.

Informação retirada daqui

sábado, 16 de dezembro de 2017

Sendeat: Comida do restaurante chega a casa em meia-hora


Entregar em casa um almoço ou jantar feito por restaurante em cerca de 30 minutos. Esta é a garantia da Sendeat, uma startup que junta a logística com o marketplace numa só plataforma. Começou há pouco mais de um ano no Porto e chegou em setembro a Lisboa. Tem parcerias com cerca de 200 restaurantes e já dá trabalho direto a 12 pessoas e a mais de uma centena de estafetas. Quer afirmar-se num mercado com cada vez mais concorrentes, como a Glovo, a UberEats e a NoMenu.

As encomendas podem ser feitas por telefone ou através da página da Sendeat. Para receber a refeição, o cliente indica a morada de entrega, vê os restaurantes disponíveis da zona, escolhe os pratos e o método de pagamento – no ato da entrega, através de referência Multibanco ou cartão de crédito. Ao preço cobrado pelo restaurante, soma-se uma taxa ao cliente de 2,95 euros. Se a encomenda for abaixo dos 15 euros, o cliente tem de pagar uma taxa adicional.

Com o pedido feito, o cliente pode acompanhar a encomenda em tempo real e saber, ao minuto, o tempo de entrega estimado, que varia entre 29 minutos (Lisboa) e 35 minutos (Porto). As entregas são feitas com estafetas, explica José Gramaxo, fundador e CEO da Sendeat, em entrevista ao Dinheiro Vivo.

“Somos dois tipos de empresa: um marketplace – juntamos diversos restaurantes no mesmo sítio – e uma empresa de logística – entrega de comida. Abrimos um mercado que não existia em Portugal a muitos restaurantes”, destaca José Gramaxo.

Entre Lisboa e Porto, a Sendeat já conta com quase 200 restaurantes parceiros, seja a título individual como em cadeias, como a 100 Montaditos e a RED – We like it Raw.

Atualmente, já é possível encomendar comida japonesa, portuguesa, vegetariana, italiana, americana, nepalesa & indiana, chinesa e mediterrânea, além de pratos como sushi, pizza, francesinhas, saladas, tapas, frango, marisco, pregos e hotdogs.

A Sendeat recorre a estefetas para entregar as refeições. São já 130 senders – assim são designados – divididos entre Lisboa e Porto. Recebem salário fixo e um bónus variável. “Dependendo da zona, podem fazer 2 entregas por hora e ganhar entre 6,5 e 7 euros. Podem ganhar até 10 euros por hora em algumas situações”.

Como usam transporte próprio – bicicleta, mota ou carro – os estafetas são pagos “acima da média do mercado”.

A Sendeat começou em setembro de 2016 no Porto, como o nome de Fobado. José Gramaxo tinha estado oito anos fora de Portugal e tinha-se apercebido da falta de serviços do género em território nacional. José Gramaxo é licenciado em Gestão e Empreendedorismo pela De Montfort University em Leicester (Reino Unido) e com Mestrado em Gestão Internacional pelo IE Business School em Madrid (Espanha).

A startup está sedeada no edifício da ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários – onde trabalham 12 pessoas, no departamento de operações e de tecnologia. Em Lisboa, ocupa um espaço de trabalhado partilhado (cowork) na Beta-i.

A empresa de José Gramaxo entrou num mercado com cada vez mais concorrentes: os espanhóis da Glovo já entregam produtos e documentos em Portugal e os norte-americanos da UberEats vão chegar cá até final do ano. Existe ainda a empresa portuguesa NoMenu.

Apesar destas ‘ameaças’, José Gramaxo vê esta concorrência “com muito bom grado” e acredita: “vão ajudar-me a validar e a educar o mercado. Há espaço para todos.” Em Portugal, o crescimento da Sendeat será feito com a entrada de novos restaurantes como parceiros.

Informação retirada daqui

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Onde comer um bom bacalhau à Brás em Lisboa?


Reza a lenda que terá sido um taberneiro galego de apelido Braz a desencantar esta forma engenhosa de trabalhar o fiel amigo. Reza a lenda, e não a História, porque a receita também surge, praticamente igual, com outras designações: bacalhau à Assis ou à lisbonense. Pouco importará, na verdade, se foi Braz, Assis ou um qualquer lisboeta a inventá-la. A verdade é que ficou e tornou-se uma das formas mais unânimes e apreciadas de confecionar bacalhau. Mais, passou de receita a técnica de confeção — é comum ver por aí variações com diferentes matérias-primas: frango, alho francês ou farinheira à Brás, entre outras.

Feitoria convida chef francês para fazer jantar à portuguesa

– 400g de bacalhau
– 500g de batata
– 6 ovos
– 3 colheres de sopa de azeite
– 3 cebolas
– 1 dente de alho
– salsa q.b
– sal e pimenta q.b
– azeitonas pretas de cura natural q.b
– óleo para fritar

Após a demolha do bacalhau, desfia-se o dito, sem espinhas e reserva-se. Cortam-se as batatas muito fininha, vulgo palha, e fritam-se até ficarem louras e estaladiças — há quem opte por usar de pacote: não é ideal mas não assassina a receita. Faz-se um refogado de alho picado e rodelas finas de cebola e quando esta ficar translúcida junta-se o bacalhau, primeiro, e de seguida as batatas. No final, já com o lume baixo, juntam-se os ovos batidos e envolve-se tudo. A ideia é que os ovos fiquem cozinhados, porém cremosos. Para tal convém parar a cozedura assim que atingem o ponto, retirando do tacho para uma travessa ou prato frio. Pode aromatizar-se com salsa ou azeitonas pretas a gosto.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Os 50 melhores alimentos para emagrecer - Grãos integrais


Trocar os alimentos refinados por versões integrais é meio caminho andado para perder peso facilmente.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Os 50 melhores alimentos para emagrecer - Água


Como não poderia deixar de ser, a água é fundamental e as pessoas devem procurar beber mais de oito copos de água por dia.

domingo, 3 de dezembro de 2017

Os 50 melhores alimentos para emagrecer - Vinagre


Um estudo japonês diz que o vinagre ajuda na prevenção do ganho de peso, uma vez que promove a saciedade. O seu efeito anti-gordura foi também provado.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Os 50 melhores alimentos para emagrecer - Batata-doce


O amido resistente da batata-doce é uma das suas principais caraterísticas, assim como a fibra que possui (cerca de 16% da dose diária recomendada por unidade).

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